De repente, na tarde ensolarada da quarta-feira (10), a música portuguesa invadiu os corredores da Beneficência. Os passantes paravam para ver aqueles cantantes, homens e mulheres, trajados de vermelho e verde (elas com o tradicional xale ao ombro) entoando conhecidas  canções que nos remetem a Portugal.

Dos corredores externos aos das alas de internação, passando pelo Pronto Socorro, onde pessoas que aguardavam por atendimento médico, em meio a aflição do mal estar, da dor, desconforto ou coisa que o valha que os tenham trazido ao serviço, paravam para ouvir e fotografar. Comentários muitos, especialmente com relação a origem e idade daquele conjunto, cuja maestra Cleide de Abreu do Barrio, hora em cadeira de rodas, hora apoiada por uma colaboradora do Hospital, regia com maestria.

Essa foi a forma que a diretoria da Beneficência Portuguesa encontrou para comemorar os três momentos cívicos significativos do país de origem dos fundadores, dos sócios e de grande parte dos amigos, admiradores e seguidores da Beneficência Portuguesa: Dia de Portugal, Dia de Camões e Dia das Comunidades Portuguesas.

Recepcionando o Órfeão, o presidente da Beneficência, Ademir Pestana, acompanhado do vice-presidente Renato Luiz Rodrigues Novaes, do diretor financeiro Carlo Alberto Limas, do diretor técnico Mário da Costa Cardoso Filho e da administradora hospitalar Néria Lúcia dos Santos, diante da reação de reciprocidade das pessoas, concluiu que: “Quando presenciamos momentos como este, sentimos o quanto a arte, a humanização é importante em um ambiente hospitalar, e a música além de aproximar os povos aquece os corações”.

(Fotos/SPB)

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