Higienização correta das mãos ajuda no controle de infecções

A importância da higienização das mãos como medida individual simples e não dispendiosa capaz de salvar vidas foi destacada no evento “Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde”, realizado recentemente em Santos, pela Secretaria Municipal de Saúde.

Na ocasião, o trabalho desenvolvido na cidade pela Comissão de Controle de Infecção em Serviços de Saúde, evidenciando que as pessoas conhecem a informação e a importância da higienização das mãos, mas que não basta saber. É preciso estimular a prática porque o lavar as mãos, gesto simples, mas de alcance elevado na prevenção de doenças é uma questão de segurança para pacientes, profissionais e população em geral.

Prevenção – Uma das melhores maneiras de impedir que os microorganismos se propaguem pela sua casa e infectem você e sua família é lavar as mãos regularmente com sabão e água. Essa é razão mais que suficiente para lembrar que, sempre que tocar em algo que contenha germes, como carne crua, pano de limpeza sujo ou superfície sobre a qual alguém espirrou ou ainda, objetos que foram manuseados ou tocados por outras pessoas, esses germes podem ser transferidos para nossas mãos. Pior, se você tocar os seus olhos, nariz, boca, comida, um corte ou uma ferida, esses germes e bactérias podem se alojar em seu corpo, lembrando que as impurezas das mãos podem se espalhar para as outras pessoas e ambientes.

Para reduzir os riscos de infecções é preciso lavar bem as mãos antes e depois de tocar em tocar em objetos ou passar por situações mencionadas. No entanto, para reduzir o risco de infecções, você também precisa lavar as suas mãos antes ou depois de certas tarefas, mesmo se suas mãos parecerem limpas.

Há algum tempo, em matéria publicada na Revista Super Interessante sobre microorganismos, seres vivos também chamados de micróbios ou germes, a triste realidade com relação a eles que ocupam todo o planeta – da atmosfera ao interior do corpo humano.

De acordo com a revista, os microbiologistas confessam ser “incalculável o número total de espécies somando bactérias, protozoários e vírus aos tipos também microscópicos de fungos e algas. Com essa diversidade toda, os microorganismos foram os únicos seres que se adaptaram a todos os lugares do planeta: estão no ar, no fundo do mar, no subsolo – e dentro de nós”.

Passaram-se os anos e a Ciência, por mais avançada que se encontre, ainda não descobriu (se é que um dia isso será possível) uma fórmula para nos livrar desses indesejáveis (microorganismos). Assim cresce a necessidade de pelo menos, manter estes seres o mais distante possível de nossas vidas. Para isso é preciso lavar bem as mãos, sempre.

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